quarta-feira, 19 de maio de 2010

CHELSEA

E ae galera td certo? sem muita delonga seguirei contando a história dos Blues de Londres, que nesse post fala sobre as eras de Billy Birrell e do revolucionário Ted Drake que mudou definitivamente a história dos Blues.

Billy Birrel

Birrell foi nomeado treinador do Chelsea, pouco antes da eclosão da Segunda Guerra Mundial. Após três jogos na temporada 1939-40, o campeonato foi abandonado na Grã Bretanha durante a duração do conflito, o que significava que todos os resultados eram considerados "não oficiais". O Chelsea competiria em uma série de competições regionais, e, como qualquer outro clube, o seu elenco estava seriamente diminuido (somente dois membros do Chelsea não chegaram a fazer parte da guerra). O clube, assim, realizou um série de novas contratações: Matt Busby, Walter Winterbottom e Eddie Hapgood. Também competiu na Fo otball League War Cup, fazendo sua estreia em Wembley, na derrota por 3 a 1 contra o Charlton Athletic na final de 1944, e um ano mais tarde derrotando o Millwall por 2 a 0, diante de 80.000 espectadores. Após o último jogo, John Harris se tornou o primeiro capitão a levantar um troféu em Wembley, que recebeu a taça do primeiro-ministro Winston Churchill.

Em outubro de 1945, com o fim da guerra, as autoridades do futebol na Inglaterra, buscaram uma maneira de comemorar o retorno da paz em tempo de jogo. Como parte de um gesto de boa vontade, foi anunciado que oDínamo Moscou, que reinava na União Soviética, visitaria o Reino Unido para jogar contra várias equipes, incluindo o Chelsea. O partida aconteceu em 13 de novembro , em Stamford Bridge, com um uniforme vermelho totalmente desconhecido, devido a um choque de cores no uniforme do Dínamo.

Jogadores Do Dinamo Moscou em Stamford Bridge, 1945.

Antes do início do jogo, os jogadores do Dínamo presentearam um buquê de flores para o seu homólogo. Apesar disso, o povo britânico viu como uma "falsa paz". A equipe soviética surpreendeu muitos telespectadores com seu talento e técnica durante a partida que terminou com um empate em 3 a 3. Estima-se que uma multidão de mais de 100.000 pessoas assistiram ao jogo, com milhares de pessoas ilegalmente no estádio. Esse número é o mais elevado jamais registado em Stamford Bridge, mas é estimado.

Depois da guerra, o Chelsea voltou como uma grande equipe, e de novo comprou três renomados talentos: Tommy Lawton, Len Goulden e Tommy Walker,gastando cerca de vinte e dois mil libras. O trio preencheu as expectativas de muitos (Lawton marcou vinte e seis gols em trinta e quatro jogos na liga na temporada 1946-47 com o Chelsea), mas o clube terminou na décima terceira colocação sob o comando de Birrell. As maiores contribuições de Birrell foram fora de campo. Ele supervisionou o desenvolvimento de um programa de apoio aos jovens, liderado pelos ex-jogadores Dickie Foss, Spence e Jimmy Dick Thompson. Durantes as três próximas temporada, a política era de produzir um fluxo aparentemente interminável de grandes talentos para a equipe principal.
No ano de 1950, na Copa da Inglaterra, após vencer o Manchester United por 2 a 0, em uma vibrante quartas-de-final, o Chelsea enfrentou o Arsenal no estádio White Hart Lane. Dois gols de Bentley colocaram o Chelsea à frente do placar, mas o Arsenal acabou descontando antes do fim do primeiro tempo. O Chelsea parecia incapaz de recuperar-se do golpe e o Arsenal marcou o gol de empate com quinze minutos do segundo tempo, para depois, vencer o replay por 1 a 0. Um ano depois, o Chelsea parecia destinado a ser rebaixado, com quatro rodadas restantes, eram nove pontos para conseguir, estando em último e a catorze jogos sem vencer. Após surpreendentemente vencer os três primeiros jogos, o Chelsea entrou na partida final onde precisava vencer o Bolton Wanderers e aguardar o resultado entre Everton e Sheffield Wednesday. O Chelsea ganhou por 4 a 0 e o Sheffield derrotou o Everton por 6 a 0, assegurando assim, sua permanência na elite. Em 1952, Chelsea e Arsenal se enfrentaram novamente na semifinal da Copa da Inglaterra. Depois de um empate em 1 a 1 na primeira partida, o Chelsea perdeu por 2 a 0 o jogo de volta. Birrell foi demitido pouco tempo depois.

Ted Drake



Começa a Era de Ted Drake, em 1952, o ex-atacante do Arsenal foi nomeado novo treinador. Uma das primeiras "intervenções como treinador" foi a de agitar as mãos de cada jogador e deseja-les "o melhor" antes de cada partida. Drake procedeu à atualização do clube, tanto dentro, quanto fora de campo. Uma de suas primeiras ações foi a de remover a imagem de pensionista do Chelsea e mudar o apelido do clube. A partir disso, o clube passou a ser conhecido como the Blues. Melhorou no regime de formação, introduzindo uma formação em prática rara na Inglaterra naquele momento, o programa de apoio à junventude cresceu e o clube deixou de contratar estrelas pouco confiáveis, para assim, confiar em jogadores vindos da categoria de base. Os primeiros anos de Drake foram de pouco sucesso, terminando em décimo novo, apenas um ponto acima da zona de rabaixamento em sua primeira temporada e na oitava posição em sua segunda temporada.

Na temporada 1954-55 o Chelsea conseguiu ser mais regular que nos outros anos. A equipe encontrou uma regularidade que não tinha antes, o que levou o Chelsea a conquistar inesperadamente a Primeira Divisão com uma equipe, de sua maioria, formado por jovens, na ausência de jogadres estrelas. O modelo inclui jogadores como o goleiro Charlie Thomson, jogadores amadores como Derek Saunders e Jim Lewis, meio-campistas como Johnny McNichol, Eric Parsons, Frank Blunstone, defensores como Peter Sillett, jogadores como o veterano Ken Armstrong, Stan Willemse, John Harris, e a única estrela da equipe, Roy Bentley.

O Chelsea começou uma temporada com quatro derrotas consecutivas, incluindo uma derrota por 5 a 6 contra o Manchester United. A partir daí, a equipe entra em uma "fila" de vitórias, perdendo apenas três dos próximos vinte e cinco jogos, conquistando o título com um rodada de antecedência, após a vitória sobre o Sheffield Wednesday por 3 a 0 em St. George's Day. A chave para o sucesso foi devido a duas importantes vitórias contra o Wolverhampton Wanderers: a primeira em Molineux, uma dramática vitória por 4 a 3 e, a segunda no Stamford Bridge, por 1 a 0.

Com a conquista do campeonato, o Chelsea tinha a oportunidade de disputar a primeira Liga dos Campeões UEFA , que se organizaria na temporada seguinte. De fato, o seu primeiro rival seria a equipe sueca Djurgårdens . No entanto, a The Football Association e a Football League intervieram e foi negada a participação do Chelsea, pois os membros se opuseram à ideia, considerando que, deveria-se priorizar as competições nacionais, de modo que o clube teve de se retirar.

O Chelsea foi incapaz de aproveitar o êxito de seu título, e terminou em uma decepcionante décima sexta posição na temporada seguinte. A equipe foi envelhecendo e teve de recorrer as categorias de base. Um dos principais "pontos brilhantes" nesse período, é o aparecimento do atacante Jimmy Greaves, uma das melhores revelações do Chelsea (marcou cento e vinte e quatro gols em quatro temporadas). Juntamente com Greaves, uma série de outros jovens começaram a surgir, coloquialmente conhecido como o Drake's Duckings. Um dos pontos mais baixos para o clube neste período foi a eliminação na terceira rodada da Copa da Inglaterra contra uma equipe da quarta divisão, o Crewe Alexandra, em janeiro de 1961. Quando Greaves foi vendido ao Milan, em junho de 1961, o clube decaiu notavelmente. Poucos depois, Drake sofreu uma dolorosa derrota para o Blackpool com o Chelsea, por 4 a 0. Ele foi substituído por Tommy Docherty logo depois.





terça-feira, 13 de abril de 2010

Chelsea

E ae galera como é que vai....após muito tempo sem postar to de volta pra novamente falar de um clube especial no meu coração, muitos vão falar que é modinha mas quem realmente me conhece sabe o quanto eu acompanho e gosto desse clube que era um desconhecido pra muitos até a sua ascenção meteórica e hoje figura entre as grandes potencias mundiais adorodo pela sua imensa torcida e odiado por muitos que não gostam da idéia de um clube ser privado onde apenas uma pessoa manda, o clube o qual vos falo é o Chelsea Football Club que vem incomodando muita gente, principalmente o próprio Presidente da Uefa o brilhante Michel Platini, brilhante quando era jogador pois como presidente não repete a mesma competência, mas isso não vem ao caso venho aqui apresentar um pouco da história desse clube e espero que mesmo aqueles que não gostem depois de ver esse post aprendam no minimo a respeitar uma história tão rica e uma torcida tão apaixonada por seu clube.

A nossa história começa em 1896, quando Henry Augusto "Gus" Mears, um entusiasta de futebol e empresário, juntamente com seu irmão, Joseph "Joe" Mears, compraram o Stamford Bridge, em Fulham Road, oeste de Londres, com a intenção de que o estádio recebesse partidas do mais alto nível do futebol inglês, mas tiveram que esperar até 1904 para poder tomar posse do imóvel, já que, pelas leis da época, o novo proprietário só poderia tomar posse assim que o atual morresse. Após terem tomado posse do estádio em definitivo, tentaram persuadir o presidente do Fulham a adotar o estádio como sua casa, mas fracassaram, após um diferendo sobre a renda. Após fracassos em trazer partidas de futebol, resolveram vender o estádio para a Great Western Railway Company, que estava construindo a linha ferroviária que ligaria Londres à parte oeste da Inglaterra, mas por conselho de seu amigo Fred Parker, os irmãos Mears resolveram não vendê-lo, e criar um clube para disputar partidas no estádio, surgindo assim, o Chelsea Football Club. Até que então no dia 10 de março de 1905 nasce o Chelsea, em um "pub" chamado The Rising Sun.











Chelsea x WBA, em setembro de 1905.

Disputou sua
primeira partida oficial em 2 de setembro de 1905, na derrota para o Stockport County, pela Segunda Divisão Inglesa. Sua primeira vitória foi em um amistoso contra o Liverpool, em que os Pensioners (como também é conhecido) venceram por 4 a 0.

Primeiro Elenco do Chelsea, em 1905.

O primeiro jogador do clube foi o escocês John Tait Robertson, que foi também o treinador ao mesmo tempo. O clube começou com a contratação de jogadores de outras equipes, inclusive o goleiro William Foulke, que acabava de ser campeão da Copa da Inglaterra com o Sheffield United e Jimmy Windridge, que veio do Small Heath. O clube terminou em uma respeitável terceira colocação na sua primeira temporada disputada.

John Tait Robertson
Mas, Robertson deixou a equipe em 1907, devido a conflitos com a diretoria.Com isso, William Lewis se tornou treinador interino, levando a equipe ao acesso a primeira divisão no fim da temporada, grande parte graças aos gols de Windridge e George Hilsdon. Hilsdon foi o primeiro atacante a atuar pelo Chelsea, marcando 5 gols em 27 jogos disputados em sua primeira temporada, ele também foi o primeiro jogador a marcar mais de 100 gols com a camisa dos Blues.
George Hilsdon
Lewis foi substituído por David Calderhead, que treinará o Chelsea durante os vinte e seis anos seguintes. Nas primeiras temporadas, a equipe teve pouco sucesso, ficando entre à Primeira e a Segunda Divisão. Foi rebaixado na temporada 1909-10, voltando na temporada 1911-12 e terminando em último na temporada 1914-15. Chegou a final da Copa da Inglaterra em 1915 contra o Sheffield United, mas acabou sendo derrotado por 3 a 0. O clube teria sido rebaixado nessa mesma temporada, mas o campeonato foi suspenso devido à Primeira Guerra Mundial e, após o fim da guerra, o Chelsea foi convidado a disputar a Primeira Divisão novamente. A temporada 1919-20, foi a primeira temporada completa após a guerra, era agora a mais bem sucedida do clube. Liderada pelo atacante Jack Cock, o clube terminou o campeonato em terceiro (o melhor resultado obtido por um clube de Londres até então) e chegou às semifinais da Copa da Inglaterra, onde perderam para o Aston Villa e perderam sua primeira chance de disputarem uma final em Stamford Bridge. O clube foi rebaixado novamente na temporada 1923-24 e quatro, das próximas cinco, perdeu a oportunidade de voltar a Primeira Divisão, terminando em quinto, terceiro, quarto e terceiro novamente, respectivamente. Voltou a elite inglesa na temporada 1929-30, onde permanecerá durante os próximos trinta e dois anos. Para tentar uma temporada excelente em 1930, o clube gastou vinte e cinco mil libras na contratação de três importantes jogadores: Hughie Gallacher, Alex Jackson e Alec Cheyne. Gallacher, em particular, foi um dos maiores talentos de sua época, conhecido pelo seu faro de gols e por ter levado o Newcastle United ao título nacional na temporada 1926-27.

Alec Cheyne, Hughie Gallacher e Andy Wilson

Ele e Jackson também fizeram parte da famosa equipe Wembley Wizards, a equipe da Escócia que derrotou a Inglaterra por 5 a 1 em Wembley em 1928. No entanto, embora que a equipe de vez enquando, tivesse grandes vitórias, como os 6 a 2 sobre o Manchester United e os 5 a 0 sobre o Sunderland, não conseguiu o desempenho desejado. Gallacher foi o goleador máximo do Chelsea do início de cada uma das suas quatro temporadas, anotando oitenta e um gols no total, mas seu tempo em Londres, foi preenchido com longas suspensões por indisciplina. Jackson e Cheyne lutavam para resolver os problemas do clube, mas não tendo o mesmo desempenho de antes. O trio não disputou 300 partidas, e deixaram uma substancial perda financeira para o clube. Sua decepção foi maior por erros no Chelsea durante toda a década.
Calderhead renunciou em 1933 e foi substituído por Leslie Knighton, mas o novo treinador da equipe teve pouca sorte. Por diversas vezes durante a década, o clube teve jogadores como Tommy Lei, Sam Weaver, Syd Bishop, Harry Burgess, Dick Spence e Joe Bambrick, todos estrangeiros, mas o máximo conquistado em toda a década foi um oitavo lugar. Ironicamente, dois dos clubes mais populares venderam dois jogadores famosos ao clube: o goleiro Vic Woodley e o atacante George Mills. Esse último, foi o primeiro jogador a marcar mais de 100 gols com a camisa do clube no campeonato. Ele evitou o rebaixamento do clube por dois pontos nas temporadas 1932-33 e 1933-34 e por um ponto na temporada 1938-39. O clube era muito popular em todo o país, apaido por muitos seguidores. A visita do Arsenal em 12 de outubro de 1935 atraiu 82.905 espectadores em Stamford Bridge, que continua a ser um recorde de presença no campeonato inglês. Em 1939, o clube não foi bem e Knighton foi rejeitado como treinador. Ele foi substituído pelo escocês Billy Birrell, um homem cuja ideia era a de alterar radicalmente o destino do clube. Bom galera em breve continuo contando a história do Chelsea pra vcs no próximo post vou falar sobre a epóca que se inicia logo no começo da segunda guerra mundial uma era negra pra toda a europa e seguirei contando a saga dos Blues. um abraço e espero que vocês gostem....

terça-feira, 13 de outubro de 2009

E ae galera tudo bem?...Bom to aqui pra postar um depoimento de um torcedor apaixonado que reflete o que sente nessas palavras abaixo, sei que a situação o qual esse depoimento descreve é antiga e hojea situação é outra totalmente difierente mas isso é pra provar o que uma nação pode fazer, em 2007 cantamos que nunca iriamos o abandonar e a prova esta ai nunca deixamos de apoiar, mesmo nas derrotas mesmo nas maiores dificuldades estavamos lá gritando, vibrando e empurrando nosso time, por que não fazemos isso por dinheiro, fazemos isso por amor amor que transparece nas arquibancadas e gera revolta de nossos adversários que no fundo queriam ser como nós, mas isso nunca serão por somente um corintiano consegue intender esse amor ao um clube que mesmo massacrado politicamente, mesmo afundado em dividas por más administrações e mesmo após ser rebaixado motivo de imensa tristeza ressurge das cinzas e mostra a todos a sua grandeza, os rivais ainda zombam como se isso afetasse o sentimento que temos sentimento esse que mesmo nas piores derrotas vai transparecer e sempre seja em qualquer lugar que forem todos sempre vão encontrar um corinthiano vibrando e apoiando o nosso clube, espero que gostem isso é apenas um pouco do sentimento corinthians....

', Corinthians minha vida, corinthians minha história Corinthians meu Amor...'


Tristeza sim, vergonha nunca!

A QUEDA DE UM GIGANTE É SEMPRE MAIS IMPORTANTE DO QUE A VITÓRIA DOS MEDÍOCRES!!!

Hoje, amanhã, a semana, o mês, o Natal e o Ano Novo não serão alegres para a Nação Corinthians.

A dor da derrota marca profundamente nossos corações porque o sentimento do Corinthiano é muito mais profundo e invade toda a nossa alma.

A maioria dos “não Corinthianos” se pergunta do porque desse amor por uma coisa que não lhes dá retorno financeiro, pois hoje as pessoas têm uma tendência muito forte, num mundo totalmente capitalista, a amar apenas o que lhes dá esse retorno financeiro, e a resposta de todo esse sentimento eu sinceramente não tenho o dom de descrever em palavras.

Após o último triste acontecimento, não faltarão, com certeza, as chacotas e zombarias dos nossos rivais. Vamos ter que suportar isso com muita paciência, além do mais porque isso é o que sustenta o nosso futebol, rico em arte, irreverência, mas nem tão bem financeiramente.

Nossa cabeça erguida mostra a superioridade de quem faz do Timão a sua mais fiel religião.

Temos conquistado ao longo dos anos um sentimento de “raiva” na maioria da população “não-corinthiana” que não dá pra entender, será que isso se dá porque começamos do zero (como todos), porém buscamos nossos objetivos com o próprio suor, com muito sofrimento, mas sempre contando com nossa imensa torcida? Será também porque não ganhamos nenhum Estádio de nenhum prefeito torcedor, como aconteceu com o time do Morumbi, que agradece até hoje aos políticos Adhemar de Barros e Laudo Natel por tal façanha? Todas essas “facilidades” proporcionadas por terceiros as quais nos tentamos tirar algum proveito nos últimos anos, como parcerias misteriosas e etc., só nos fizeram mal, tudo o que conquistamos, tirando essas “espertezas” de certos dirigentes oportunistas, conquistamos com muito suor e na raça, e é assim que tem que ser.

Não somos o time com o maior número de títulos, e nem o mais internacional, vivemos todos os dias, dando um passo de cada vez, para quem sabe num médio prazo se igualarmos aos maiores times do mundo, então, o porquê dessa raiva toda?

Será porque temos uma torcida, não só uma torcida, mas uma nação, uma nação que cresce a cada dia, totalmente apaixonada, torcida essa que obteve seu maior crescimento com o jejum de 23 anos sem um mísero título, sem um mísero troféu, uma nação vibrante a cada vitória, e por incrível que pareça a cada derrota. O orgulho da torcida em vestir essa camisa e ir ao estádio torcer é imenso, fazendo com que arranque suspiros dos rivais mais íntimos, suspiros esses que tem como principal objetivo de um dia, também fazer parte de uma torcida apaixonada e vibrante como essa, mas para isso acontecer com os rivais, só passando para o nosso lado.

E tenho a certeza de que, muitos de nossos rivais, com uma nação como esta por trás, aproveitando-se de sua organização e profissionalismo o qual ainda não temos, seriam imbatíveis.

Mesmo na infelicidade continuaremos sendo os maiores e o alvo de todos os interesses. Todos só falam de nós, do acontecido, e isso será nosso maior trunfo e maior consolo. O futebol não sobrevive sem o Corinthians.

Como pôde ter dado tanto ibope, ter tido tanta atenção e repercussão um infeliz descenso, quanto à feliz conquista do campeonato nacional?

É certo que o campeonato que disputarmos, seja na série A ou B, será com certeza o mais importante.

A mídia sabe disso. A televisão conhece os índices de audiência que só o Corinthians pode proporcionar.

Continuaremos sendo os astros e todos os demais, meros coadjuvantes, também vitoriosos, isso é verdade, mas temos o diferencial que nenhum dos demais possui, nós somos uma torcida que tem um time, e não um time com uma torcida.

Isso não muda nunca porque nós somos a Nação Corinthiana, uma força que ninguém contesta, todos temem, respeitam e invejam.

Este foi um ano para ser esquecido e que servirá de lição para o futuro.

Em 2008, a meta é recuperar o Clube financeiramente, resgatar o respeito de todos, montar um novo time, forte e competitivo como a Fiel quer, pois temos muitas coisas a aprender, principalmente com nossos rivais em se tratando de organização e competência diretiva.

Em 2008, vamos disputar títulos no Campeonato Paulista, Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro, com o firme objetivo de conquistá-los, para trazer de volta a alegria a 33 milhões de torcedores, quase 20% da população deste país, que teve um comportamento maravilhoso, mostrando ao mundo que, mesmo na derrota, a altivez e a paixão desse tanto de Corinthianos jamais acabará, pelo contrário, em 2008 o crescimento dessa massa será ainda maior, pois é na dificuldade que todos podem ver e sentir, mesmo com um tanto de raiva, o que é ser Corinthiano.

Estamos sim, muito tristes, porém não envergonhados, porque somos Corinthianos, com muito orgulho, e lições é o que não falta para tirarmos desta nova experiência!

Com a queda do Timão, a Segunda Divisão virou a primeira página esportiva dos jornais paulistas e a Primeira ficou com a segunda.

...Serei CORINTHIANS, seja longa a jornada, seja dura a caminhada, Corinthians no Peito e na Alma, nos gritos e nas palmas, serei ETERNAMENTE CORINTHIANS...